Factos sobre a
flotilha- Verão de 2011
A flotilha viola a
Lei Internacional e o seu objectivo é provocar uma
confrontação violenta.
No ano passado,
extremistas anti-israelitas e jihadistas turcos organizaram uma
flotilha tendo em vista violar o bloqueio naval israelita a Gaza,
região controlada pelo Hamas. A Marinha israelita desviou cinco
navios para o porto israelita de Ashdod, sem quaisquer incidentes.
Todavia algumas pessoas a bordo do 6º navio recusaram cooperar e,
quando uma força militar israelita abordou o navio, os jihadistas
turcos atacaram brutalmente os soldados com facas, barras
metálicas e outras armas. A resposta israelita resultou na morte
de nove jihadistas.
Este ano, os mesmos
extremistas anti-israelitas planeiam uma nova flotilha internacional
para o fim do mês de Junho, início de Julho. A sua
estimativa apontava para 10 ou 15 navios, com 1000 a 4000 activistas,
de 32 países. Alegam que o seu objectivo é levar ajuda
humanitária a Gaza.
Líderes
internacionais, como o Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon,
líderes europeus e outros, apelaram ao cancelamento da flotilha (podem-se
ler, abaixo, alguns dos seus comentários).
Nove factos
básicos acerca da flotilha:
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Os organizadores da
flotilha violam flagrantemente a lei internacional, ao tentarem violar
um bloqueio marítimo legítimo e legal. De acordo com a
lei internacional, Israel tem o direito legal de impor um bloqueio
naval e terrestre a Gaza. O território é controlado pelo
Hamas, organização que declara ser seu objectivo a
destruição de Israel, com o qual está em
continuado estado de conflito armado, e sobre cujos centros
populacionais lançou já mais de 10 000 foguetes,
mísseis e granadas. Israel tem o direito e a responsabilidade
legais de proteger os seus cidadãos, inspeccionando os bens que
entram em Gaza de forma a evitar a entrega de armas ao Hamas.
-
A
intenção dos organizadores da flotilha é ajudar e
apoiar o Hamas, considerado uma organização terrorista
pela comunidade internacional, incluindo os EUA, Canadá, Israel,
UE, Japão e Jordânia. Os documentos fundacionais do Hamas
exortam ao genocício dos judeus, à
destruição de Israel e à implantação
no seu território de uma teocracia islamista.
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A
intenção dos organizadores da flotilha é provocar
uma confrontação violenta. Se estivessem sinceramente
preocupados com a ajuda humanitária aos habitantes de Gaza,
canalizariam a ajuda através dos canais legais que ligam Israel
a Gaza. Israel tem repetidamente declarado a sua disponibilidade para
fazer chegar a ajuda ao seu destino, depois de inspeccionar os
materiais para descartar a entrega de material de guerra ou de apoio ao
combate. Os organizadores da flotilha têm recusado e, na verdade,
esperam que a tentativa hostil e provocatória de violar o
bloqueio, obrigue Israel a usar a força, de forma a aparecer
como “agressor” aos olhos da opinião pública.
-
Não há
em Gaza nenhuma urgência humanitária que justifique
acções deste tipo. Os bens humanitários e de
consumo entram em Gaza todos os dias. Elementos da ONU, no terreno,
confirmam repetidamente que não faltam comida e bens de consumo.
Israel apenas limita a entrada de bens que também podem ser
usados para fabricar armas munições e
fortificações. Estatísticas internacionais indicam
que os níveis de vida em Gaza são superiores aos de quase
todos os países africanos e muitos outros da América
Latina, Ásia e Médio-Oriente. Na verdade, segundo
vários relatórios e notícias, em Gaza há,
neste momento, um excesso de oferta.
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A causa
principal dos problemas dos habitantes de Gaza é o Hamas, e
não Israel. Foi o Hamas que escolheu fazer a guerra a Israel.
Poderia ter escolhido coexistir pacificamente. Foi o Hamas que
impôs um regime repressivo, ditatorial e fundamentalista. Foi o
Hamas que liquidou sumariamente os seus adversários
políticos.
-
Os
organizadores da flotilha definem-se a si mesmos como “activistas
da paz” e “activistas de direitos humanos”.
Não são tal. São, na verdade, membros de
organizações extremistas que apoiam grupos terroristas
apostados na destruição de Israel. O Free Gaza Movement (FGM)
está ligado ao International Solidarity Movement, o
qual se opõe à existência de Israel. O IHH(Turkish Humanitarian Relief Foundation)
é uma organização islamista turca com
ligaçẽs a grupos jihadistas na
Bósnia, Siria, Iraque, Líbia, etc.
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Se os
organizadores da flotilha fossem realmente activistas da paz e dos
direitos humanos, fariam flotilhas para a Líbia ou Síria,
onde regimes brutais prendem, torturam e matam milhares de
manifestantes desarmados, levando milhares de outros a fugir para
outros países.
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Os
organizadores da flotilha violam ostensivamente o fundamental direito
(e dever) de uma nação: proteger os seus cidadãos
de serem mortos. “Como país, jamais toleraremos que
a nossa segurança seja ameaçada, nem ficaremos
impávidos quando a nossa gente é morta. Defenderemos
intransigentemente os nossos cidadãos “ Barack Obama, 01 de Maio de 2011.
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Líderes
internacionais que se opõem à flotilha:
EUA: “[G]rupos e pessoas que procuram furar o
bloqueio marítimo israelita a gaze, estão a agir de forma
irresponsável e provocatória... Reiteramos que existem
mecanismos adequados para proporcionar ajuda humanitária a Gaza”-
Mark Toner, porta-voz do Departamento de
Estado, 01 de Junho de 2011.
ONU:”O Secretário-Geral apelou a todos
os governos que usem a sua influência para desencorajar este tipo
de flotilhas, que conlevam o potencial para escalar a
violência.”-Porta-voz
do Secretário-Geral, Ban Ki-moon, 27 de Maio de 2011.
Canada:
“ Esforços
não autorizados para levar ajuda, são
provocatórios e, em última análise, prejudiciais
para a população de Gaza. O Canadá reconhece as
legítimas preocupações de segurança de
Israel e o seu direito de se proteger de ataques do Hamas e outros
grupos terroristas, o que inclui a prevenção do
abastecimento de armas.”-
John Baird, Ministro dos Negócios Estrangeiros, 28 de Maio de
2011.
França: “ Tendo em conta os riscos de
segurança, desencorajamos fortemente o embarque em qualquer
navio que se proponha furar o bloqueio naval a Gaza.”-Declaração
oficial.
UE: “
Não
penso que uma flotilha seja uma resposta adequada”.-
Catherine Ashton, Alta Comissária da UE para a Política
Externa.
Turquia:
“ Estamos
a reconsiderar os nossos planos ( acerca da participação
na flotilha) ….Do nosso ponto de vista, os desenvolvimentos na
Síria são de uma importância crítica”-
Hüseyin Oruç, membro dos corpos dirigentes do IHH, 14 de
Junho de 2011.
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